O tema do título está preocupando muitos leitores de blogs dedicados a assuntos de física, como se pode ver no News Errado, em sua página
http://newserrado.com/2008/02/27/acelerador-de-particulas-pode-produzir-buracos-negros/
Particularidade importante desse blog é a intensidade dos debates entre os leitores e o seu organizador. Tive a oportunidade de fazer uma pequena observação sobre a relação entre o artigo de fundo deste blog e os objetivos do acelerador LHC que está em vias de entrar em operação. Meu comentário foi prontamente respondido; fiz um segundo comentário que reproduzo a seguir.
Prezado Alexandre Salau,
1 – Inicialmente, parabéns pela preocupação em responder cada manifestação de seus leitores, uma por uma, com a atenção e competência com que você faz. Não conheço outro blogueiro que proceda desse modo; quase sempre é na base do vapt-vupt. Estou tentando fazer o mesmo que você, mas o volume no meu caso não permite uma comparação com o seu. Seria como comparar a possível massa de um neutrino com a massa de um átomo de urânio, numa configuração estável,...Grato pela mensagem de retorno. Já coloquei uma chamada no meu blog, recomendando o seu, na seção “Vale a pena visitar”.
2 – Uma frase do seu texto me motivou a enviar o comentário com a nota sobre a matéria divulgada em meu blog: “A principal busca é pelo Bóson de Higgs, uma partícula que pelo modelo padrão da física deve ser a responsável pela massa de toda a matéria que existe no universo (e por conseguinte a gravidade).”
Acontece que o Modelo Padrão da Física é considerado, por muitos cientistas, como não abrangendo a gravidade, por causa das incompatibilidades dessa interação com as demais. Uma delas é ser classificada como uma força e não ter sido, ainda, descoberta uma partícula portadora correspondente. Isso tem tudo a ver com a matéria de fundo de meu blog. O gráviton, como ainda não foi encontrado, pode não existir e, portanto, a gravidade poderia não ser uma força e, sim, “apenas” a manifestação da inércia em resposta à aceleração da expansão do Universo. Esse é o enfoque do artigo, o qual não chega a considerar a origem da massa e aí entraria o principal objetivo do LHC: a pesquisa sobre o Bóson de Higgs.
3 – Sobre a preocupação com a possibilidade de a Terra ir para o beleléu, ela já está indo por culpa da humanidade em geral, desde há muito tempo, com um certo recrudescimento nos nossos dias. Sobre essa questão, há uma conjetura sobre a potencialidade da extinção da vida inteligente por nossa própria culpa. Um de seus estudiosos é o físico de renome, Michio Kaku; o resumo de uma de suas idéias pode ser encontrada em http://www.jornalinfinito.com.br/series.asp?cod=102
4 – Quanto ao perigo iminente – e eminente – das atividades de pesquisa no LHC, algo parecido ocorreu há 63 anos. Refiro-me ao primeiro teste nuclear, em 1945, nos Estados Unidos, o qual resultou na construção das bombas atômicas jogadas sobre o Japão, no (e para o) final da Segunda Guerra Mundial. A Wikipedia registra, no título “Experiência Trinity” (item “Predições para os resultados do teste”), que se temia “...a ignição da atmosfera e incineração do planeta”.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Experiência_Trinity
Abraços, G. G. da Silva
Visitantes
Para acessar o blog principal, copiar e colar http://www.kosmologblog.blogspot.com/
25/05/2008
30/04/2008
História e Geografia
Estou tentando matar uma cobra, mas não vou mostra o pau.
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O objetivo do blog é divulgar um trabalho científico, ainda que amadorístico: o artigo Gravidade: tudo parece se passar como se... , como uma contribuição para o estudo da gravitação universal. No esforço de tornar o texto conhecido, enviei uma mensagem a alguém que poderá me ajudar bastante. Cada leitor que passar por aqui também poderá me ajudar muito, se julgar que o trabalho tem algum valor. Assim peço a todos que lerem esta matéria se considerem como destinatário da mesma mensagem. Eis seu texto, resguardando os personagens:
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Prezado Dr. Fulano de Tal,
Freqüentemente recebo mensagens enviadas por um amigo comum nosso encaminhando-me comentários seus e matérias selecionadas nos setores histórico, econômico, social e político, do Brasil e do mundo.
Passei a considerá-lo um excelente formador de opinião, além de competente analista, aliás desde meados da década de tanto, quando o prezado mestre era o superintendente da WX#&YZ.
Ainda que talvez os temas sobre cosmologia não estejam entre suas prioridades, arrisco-me a lhe enviar algo a respeito, o qual, metaforicamente, não é totalmente estranho às suas páginas na Internet, sobre Tal Cidade e sobre atualidades, pois julgo que meu assunto possa ter alguma novidade referente à conjuntura física do Universo e sua história, pelo menos nos últimos 14 (ou quase) bilhões de anos. Sim, porque coisas na faixa de séculos ou milhares de anos não avexam o Universo.
Minha crença no aspecto novidadeiro está baseada no fato de que grande parte dos especialistas em gravidade (menos Newton) relacionam essa interação com uma força mediada por uma partícula conhecida por gráviton, que nunca foi encontrada.
Penso que, enquanto as demais interações têm atores atuantes, a gravidade é apenas - e que apenas - o teatro onde se desenvolve a história do Universo.
Situação muito parecida com o que relaciona duas de suas especialidades: a História e a Geografia.
Feito esse preâmbulo prolixo - não tenho tempo para ser breve, como diria Vieira - peço dar uma olhada na coisa em http://www.kosmologblog.blogspot.com/
Atenciosamente, G. G. da Silva
.
PS: o tema tem muito a ver com educação, é lógico, principalmente no campo científico onde o Brasil está longe de ocupar uma posição de destaque no mundo, justamente quando mais importante é o fator conhecimento. Se o mestre chegou até aqui, talvez leia o trabalho que sugeri; caso lhe dê algum valor, como espero, seria muito pedir que o encaminhasse ao senhor Sicrano?
Freqüentemente recebo mensagens enviadas por um amigo comum nosso encaminhando-me comentários seus e matérias selecionadas nos setores histórico, econômico, social e político, do Brasil e do mundo.
Passei a considerá-lo um excelente formador de opinião, além de competente analista, aliás desde meados da década de tanto, quando o prezado mestre era o superintendente da WX#&YZ.
Ainda que talvez os temas sobre cosmologia não estejam entre suas prioridades, arrisco-me a lhe enviar algo a respeito, o qual, metaforicamente, não é totalmente estranho às suas páginas na Internet, sobre Tal Cidade e sobre atualidades, pois julgo que meu assunto possa ter alguma novidade referente à conjuntura física do Universo e sua história, pelo menos nos últimos 14 (ou quase) bilhões de anos. Sim, porque coisas na faixa de séculos ou milhares de anos não avexam o Universo.
Minha crença no aspecto novidadeiro está baseada no fato de que grande parte dos especialistas em gravidade (menos Newton) relacionam essa interação com uma força mediada por uma partícula conhecida por gráviton, que nunca foi encontrada.
Penso que, enquanto as demais interações têm atores atuantes, a gravidade é apenas - e que apenas - o teatro onde se desenvolve a história do Universo.
Situação muito parecida com o que relaciona duas de suas especialidades: a História e a Geografia.
Feito esse preâmbulo prolixo - não tenho tempo para ser breve, como diria Vieira - peço dar uma olhada na coisa em http://www.kosmologblog.blogspot.com/
Atenciosamente, G. G. da Silva
.
PS: o tema tem muito a ver com educação, é lógico, principalmente no campo científico onde o Brasil está longe de ocupar uma posição de destaque no mundo, justamente quando mais importante é o fator conhecimento. Se o mestre chegou até aqui, talvez leia o trabalho que sugeri; caso lhe dê algum valor, como espero, seria muito pedir que o encaminhasse ao senhor Sicrano?
Os sete elementos superinteressantes
Os casos do mês-a-mês também podem ser tratados como os do dia-a-dia, principalmente se forem interessantes, mais ainda se superinteressantes.
Pois é, a edição de maio da revista Super Interessante traz na página 84 uma excelente matéria do professor Rodrigo Rezende, Os 7 elementos, sobre os 6 que compõem o Modelo Padrão da física e mais o gráviton.
O professor Rezende inicia seu texto abrindo logo o jogo: “A vida, o Universo, e tudo o mais são feitos de meia dúzia de ingredientes simples...” e passa logo a dar a ficha de cada um: neutrino, elétron, quarks, glúon, bósons da força fraca, fóton e mais o gráviton.
O autor, depois de se referir a cada um dos elementos mais cooperadores com os cientistas, declara que o gráviton, correspondente à gravidade, a interação mais comum no dia-a-dia, “Ninguém sabe, ninguém viu” e que, “Na verdade, o gráviton pode ser o calcanhar-de-Aquiles da física”.
Seria o gráviton um mau elemento, rebelde e anti-social? Ou talvez não exista? Este blogueiro tem motivos para acreditar que o gráviton não existe.
Convido-os a lerem o artigo de fundo do blog, Gravidade: tudo parece se passar como se...
Resumo: nesse trabalho procura-se mostrar, por meio de um processo gráfico simplificado, que a interação gravitacional, se for considerada conseqüência da curvatura do espaço-tempo tal como estabelecido na Teoria da Relatividade Geral, prescinde da ação de força e da correspondente partícula portadora (gráviton), diferentemente das demais interações fundamentais.
Pois é, a edição de maio da revista Super Interessante traz na página 84 uma excelente matéria do professor Rodrigo Rezende, Os 7 elementos, sobre os 6 que compõem o Modelo Padrão da física e mais o gráviton.
O professor Rezende inicia seu texto abrindo logo o jogo: “A vida, o Universo, e tudo o mais são feitos de meia dúzia de ingredientes simples...” e passa logo a dar a ficha de cada um: neutrino, elétron, quarks, glúon, bósons da força fraca, fóton e mais o gráviton.
O autor, depois de se referir a cada um dos elementos mais cooperadores com os cientistas, declara que o gráviton, correspondente à gravidade, a interação mais comum no dia-a-dia, “Ninguém sabe, ninguém viu” e que, “Na verdade, o gráviton pode ser o calcanhar-de-Aquiles da física”.
Seria o gráviton um mau elemento, rebelde e anti-social? Ou talvez não exista? Este blogueiro tem motivos para acreditar que o gráviton não existe.
Convido-os a lerem o artigo de fundo do blog, Gravidade: tudo parece se passar como se...
Resumo: nesse trabalho procura-se mostrar, por meio de um processo gráfico simplificado, que a interação gravitacional, se for considerada conseqüência da curvatura do espaço-tempo tal como estabelecido na Teoria da Relatividade Geral, prescinde da ação de força e da correspondente partícula portadora (gráviton), diferentemente das demais interações fundamentais.
Convido-os também a lerem os comentários dos leitores do artigo, organizados pela revista, em
23/04/2008
Tremor de terra no Brasil
A maioria dos jornais brasileiros de hoje estampa na primeira página notícias sobre o tremor de terra ocorrido ontem à noite, mais sentido em algumas cidades do Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo, neste principalmente. O mesmo assunto está e estará na televisão, pelo menos até domingo.
Este comentário não é sobre o fenômeno em si, bastante discutido na mídia, mas sobre a medição de sua intensidade: 5,2 graus na escala Richter. Faz parte do dia-a-dia a referência a escalas aritmética (ou linear) e geométrica, esta última quando algo varia muito rapidamente. É o caso da escala Richter, que é geométrica (exponencial ou logarítmica).
Assim, medições com valores 5 e 10 graus na escala Richter não querem dizer que o tremor mais forte tenha o dobro do poder destrutivo do mais fraco. Na realidade, o grau 6 já é 10 vezes maior do que o grau 5. O nível 10 seria, simplesmente, devastador. Para um aprofundamento no estudo da escala Richter, um bom começo é dar uma olhada em http://pt.wikipedia.org/wiki/Escala_de_Richter.
Este comentário não é sobre o fenômeno em si, bastante discutido na mídia, mas sobre a medição de sua intensidade: 5,2 graus na escala Richter. Faz parte do dia-a-dia a referência a escalas aritmética (ou linear) e geométrica, esta última quando algo varia muito rapidamente. É o caso da escala Richter, que é geométrica (exponencial ou logarítmica).
Assim, medições com valores 5 e 10 graus na escala Richter não querem dizer que o tremor mais forte tenha o dobro do poder destrutivo do mais fraco. Na realidade, o grau 6 já é 10 vezes maior do que o grau 5. O nível 10 seria, simplesmente, devastador. Para um aprofundamento no estudo da escala Richter, um bom começo é dar uma olhada em http://pt.wikipedia.org/wiki/Escala_de_Richter.
21/04/2008
A gravidade no circuito de Silverstone
A seguinte nota consta de página da Web de um grande jornal nacional:
‘Silverstone - Grande Prêmio da Grã-Bretanha (Inglaterra)
Localizado na cidade de Northamptonshire, a 120 km de Londres, Silverstone é considerado o "templo mundial do automobilismo". Além da sua história se misturar com a desse esporte, a grande maioria das equipes de Fórmula 1 têm sua sede na Inglaterra. Lá estão as curvas mais velozes de toda a categoria, onde os carros são submetidos às maiores força-G (aceleração da gravidade) da F-1.’
Leitores apressados, comuns entre os fãs de corridas de automóveis, e não familiarizados com a nomenclatura científica, terão de fazer um rápido pit stop para a assimilação de toda a informação. O texto ficaria mais claro se concluído assim: “...onde os pilotos são submetidos às maiores forças centrífugas da F-1.” Força-G refere-se ao efeito de uma aceleração igual ao valor da gravidade na superfície da Terra (aproximadamente 9,8 km/segundo ao quadrado).
‘Silverstone - Grande Prêmio da Grã-Bretanha (Inglaterra)
Localizado na cidade de Northamptonshire, a 120 km de Londres, Silverstone é considerado o "templo mundial do automobilismo". Além da sua história se misturar com a desse esporte, a grande maioria das equipes de Fórmula 1 têm sua sede na Inglaterra. Lá estão as curvas mais velozes de toda a categoria, onde os carros são submetidos às maiores força-G (aceleração da gravidade) da F-1.’
Leitores apressados, comuns entre os fãs de corridas de automóveis, e não familiarizados com a nomenclatura científica, terão de fazer um rápido pit stop para a assimilação de toda a informação. O texto ficaria mais claro se concluído assim: “...onde os pilotos são submetidos às maiores forças centrífugas da F-1.” Força-G refere-se ao efeito de uma aceleração igual ao valor da gravidade na superfície da Terra (aproximadamente 9,8 km/segundo ao quadrado).
Quanto à associação da palavra força com gravidade, recomenda-se a leitura do artigo de fundo deste blog.
18/04/2008
Árvore com 9500 anos de existência
O Correio Braziliense (18 de abril de 2008, p. 22 do primeiro caderno) publicou a seguinte matéria:
Suécia:
Suécia:
Árvore de 9,5 mil anos
Pesquisadores da Universidade de Umea, na Suécia, descobriram uma árvore viva com 9,5 mil anos — a mais antiga já identificada no planeta. Trata-se de um pinheiro de 4,5m de altura da espécie Picea abis, muito usada como árvore de Natal nos países europeus. A explicação para a longevidade do pinheiro é sua capacidade de “autoclonagem”: quando os ramos morrem, novos talos e troncos nascem da raiz. A adaptação ao clima também é um fator, segundo os cientistas. A idade da planta foi determinada em um laboratório de Miami, nos Estados Unidos, pelo método do carbono-14.
Pesquisadores da Universidade de Umea, na Suécia, descobriram uma árvore viva com 9,5 mil anos — a mais antiga já identificada no planeta. Trata-se de um pinheiro de 4,5m de altura da espécie Picea abis, muito usada como árvore de Natal nos países europeus. A explicação para a longevidade do pinheiro é sua capacidade de “autoclonagem”: quando os ramos morrem, novos talos e troncos nascem da raiz. A adaptação ao clima também é um fator, segundo os cientistas. A idade da planta foi determinada em um laboratório de Miami, nos Estados Unidos, pelo método do carbono-14.
(http://www2.correioweb.com.br/cbonline/mundo/pri_mun_147.htm)
Comentário de A ciência no quotidiano/Cosmologia: ciência e arte
Há 9500 anos (7500 a. C.), a humanidade encontrava-se na pré-história, pois a escrita só surgiria cerca de 6000 anos mais tarde. A construção das pirâmides só começaria quase 7000 anos depois do nascimento da longeva árvore em território hoje sueco. Essa maravilha da natureza sobreviverá à atual agressão ao meio ambiente que estamos patrocinando?
Se não havia escrita na época quais os registros que foram considerados para a avaliação da idade da árvore? A escrita que não havia era a nossa, pois a natureza já providenciara um método de registro muito preciso, desde a primeira explosão das primeiras estrelas do Universo, quando o carbono fundido em suas entranhas era espalhado pelas redondezas. Isso, há muitos bilhões de anos.
No caso de nossa personagem de 9500 anos, o carbono-14 a que a notícia se refere é oriundo da supernova de cujos restos formou-se o Sistema Solar.
O blog sugere a leitura das seguintes matérias, com outros detalhes e escritas com mais competência e autoridade:
Linha de tempo citada:
http://www1.uol.com.br/bibliot/linhadotempo/
Supernova:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Supernova
Carbono 14 e método de datação:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Carbono_14
A instabilidade do carbono-14 é causada pela interação nuclear fraca, companheira da gravidade entre as interações básicas da natureza. Para ler mais sobre esse assunto, ir para a página principal do blog, Cosmologia: ciência e arte.
Comentário de A ciência no quotidiano/Cosmologia: ciência e arte
Há 9500 anos (7500 a. C.), a humanidade encontrava-se na pré-história, pois a escrita só surgiria cerca de 6000 anos mais tarde. A construção das pirâmides só começaria quase 7000 anos depois do nascimento da longeva árvore em território hoje sueco. Essa maravilha da natureza sobreviverá à atual agressão ao meio ambiente que estamos patrocinando?
Se não havia escrita na época quais os registros que foram considerados para a avaliação da idade da árvore? A escrita que não havia era a nossa, pois a natureza já providenciara um método de registro muito preciso, desde a primeira explosão das primeiras estrelas do Universo, quando o carbono fundido em suas entranhas era espalhado pelas redondezas. Isso, há muitos bilhões de anos.
No caso de nossa personagem de 9500 anos, o carbono-14 a que a notícia se refere é oriundo da supernova de cujos restos formou-se o Sistema Solar.
O blog sugere a leitura das seguintes matérias, com outros detalhes e escritas com mais competência e autoridade:
Linha de tempo citada:
http://www1.uol.com.br/bibliot/linhadotempo/
Supernova:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Supernova
Carbono 14 e método de datação:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Carbono_14
A instabilidade do carbono-14 é causada pela interação nuclear fraca, companheira da gravidade entre as interações básicas da natureza. Para ler mais sobre esse assunto, ir para a página principal do blog, Cosmologia: ciência e arte.
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